“Deixa que os mortos enterrem os seus mortos!” Esta frase de Cristo é, no mínimo, paradoxal. Mas é também sugestiva. E significa: “Deixa cair o que não interessa, não te percas com o que já passou; olha em frente, o que deve contar é o que é construtivo.” A quantas coisas sem futuro, que só...
Últimas:
Despiste provoca um ferido na estrada do campo
Presidente da Assembleia é que decide o que vai para atas
Hospital de Santarém recebe veículo elétrico para reforçar cuidados na área da saúde mental das crianças
Força Aérea vai sobrevoar céus para desejar “excelente descolagem para 2023”
À Atenção de Almeirim: Mercadona aumenta salários
GNR reforça patrulhamento nas estradas até ao Ano Novo
Concelho de Almeirim tem seis empresas PME Excelência
Chuva esperada para o primeiro dia de 2023 em Almeirim
IMT está a enviar alertas para condutores com cartas de condução a caducar
Ricardo Catarro é um dos 30 Rising Stars na área da fotografia a nível mundial
Hospital de Santarém alarga horário e implementa novas regras nas visitas
Futebol: AF Santarém faz história
Passeio de TT para ajudar os Bombeiros de Almeirim no dia 8 de janeiro
Autoridade Tributária alerta para mensagens fraudulentas em esquema de ‘phishing’
Fadista de Benfica do Ribatejo vence concurso “Temos Artista: Especial Tradições” da RTP1
Anónimo ajuda a equipar bombeiros
P3 pronta no ano novo
Hospital de Santarém celebrou quadra natalícia com “Natal para Todos”
Martim Salvador conquista singulares e pares em Leiria
Categoria: Não há soluções, há caminhos
Não há soluções, há caminhos: 29 de abril
“Errar é humano”. Esta verdade serviu e serve tantas vezes de desculpa. Sim, os humanos erram, é compreensível. Mas quando erram, desumanizam-se. Errar – por desleixo, por culpa, por desrespeito – é desumano. E se digo para mim que “errar é humano”, também o devo dizer para os erros dos outros… Vasco P. Magalhães, sj
Não há soluções, há caminhos: 28 de abril
Vi um livro no lixo e arrepiei-me pensando que há livros que nascem mortos. Pode-se viver sem ler? Quem não lê não entra no rio da história e quem lê é como o mar onde desaguam muitos rios. Comprar um livro é sempre como a primeira vez, como quem marca um encontro para receber uma...
Não há soluções, há caminhos: 27 de abril
Construir sem bases é, mais do que um erro, uma rematada loucura! Uma árvore sem raiz, uma ponte sem apoios, uma casa sem alicerces não fazem qualquer sentido. Mas vemos pessoas e grupos que até falam alto e não têm qualquer base séria em que se fundamentem. Quais são os meus fundamentos? Onde apoio a...
Não há soluções, há caminhos: 26 de abril
“Barco sem rumo não sabe o que é vento favorável”. Quando não se sabe para onde se vai, quando não se sabe o que se quer, anda-se à deriva e não se sabe o vento que ajuda nem o que desajuda. Tanta gente perdida e enganada porque vai com a moda, ao sabor do vento!...
Não há soluções, há caminhos: 25 de abril
As cebolas do Egipto… “Ai, que saudades – diziam os judeus nas horas difíceis da caminhada no deserto – que eu tenho do antigamente.” Por muito bom que tenha sido o passado, não pode impedir o futuro. De carro ou de comboio só posso ir a olhar para trás, a contemplar a paisagem, se não...
Não há soluções, há caminhos: 24 de abril
Grande arte é saber corrigir a tempo, oportunamente, abrindo uma porta; sem esmagar a pessoa mas ajudando a superar o erro. Quem sabe fazer esta distinção não deve ter medo de ter opinião nem cai na ratoeira de se calar dizendo que é tolerante. A tolerância é com as pessoas, não com os actos. Vasco...
Não há soluções, há caminhos: 23 de abril
Confiar! Não se vive sem confiar! Sem confiar que se é minimamente capaz, sem confiar em quem nos ensina, sem confiar que, pelo menos, alguns avisos e notícias não são mentira, sem confiar que o céu não nos vai cair em cima… A confiança deve ser lúcida, mas é sempre um arriscar que até dá...
Não há soluções, há caminhos: 22 de abril
Parecia que era de propósito. Quando desejava sol, chovia, quando queria chuva, estava nevoeiro… E o sol jogava com ele aparecendo só nas horas de trabalho. Achou que a vida o enganava e decidiu enganar a vida, adivinhando o tempo, fugindo para o país da estabilidade meteorológica. Quando perseguia o sol percebeu que podia amar...
Não há soluções, há caminhos: 21 de abril
Não basta semear! É preciso saber onde e como. E, depois, regar. Ponho a minha atenção, a minha palavra, em terra má? Digo a minha mensagem de qualquer maneira, por entre espinhos, emoções e resistências, onde não há profundidade? E mesmo que a diga bem, se não rezo e não me esforço não estou a...
