O grande atentado à família, hoje, está na desconfiança de que a família seja possível como uma família estável, feliz e construtiva. É o domínio de uma cultura do “a prazo” e do imediato, a confusão entre felicidade e satisfação, a dificuldade de viver a perseverança na gratuidade. É também uma concepção falsa de amor, o querer receber, o usufruto. É uma cultura pragmatista que pensa mais no fruto do que na dádiva, que não acredita nas coisas a longo prazo. Isto exerce um desgaste terrível na família, no investimento na educação, no desejo de ter filhos, porque tudo é medido por interesses economicistas.
Vasco P. Magalhães, sj
ONDE HÁ CRISE, HÁ ESPERANÇA
Um pensamento para cada dia: ver em tudo o que acontece uma oportunidade de crescimento
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Não há soluções, há caminhos
Não há soluções, há caminhos: 12 fevereiro
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