O desânimo é como um nevoeiro cerrado que parece que não vai levantar.
Debaixo do nevoeiro todo o cuidado é pouco: devagar, atento a todos os sinais, sem inovações, mas, sobretudo, com a certeza de que, mais cedo ou mais tarde, vai levantar.
Isto não é só paciência: é fé, é convicção de que a luz acaba sempre por vencer as trevas.
Vasco P. Magalhães, sj
