Imaginemos que deixámos passar a ocasião de fazer bem a uma pessoa que, entretanto, desapareceu ou morreu. “Tarde demais”, diríamos. Mas nunca é tarde para nos arrependermos, não é tarde demais para tirar a lição do que aconteceu e nos decidirmos a fazer bem a outros ou à família daquela pessoa. Como nunca é demasiado tarde para tomar consciência do que andamos a fazer no mundo.
Vasco P. Magalhães, sj
